
Vagueio na incerteza da descoberta
no indizível provado, mais que tentado
nuvens de fumo de uma janela aberta
paredes de uma nada por dizer
Inquietação visível de um esboçado incerto
algo por provar, realidade, momento certo
instante de precisão, loucura, emoção
pensamento, desgaste que abarca meu coração
Mórbido prazer de amar
sensação estranha que me faz acreditar
remorsos de um nada confuso
sensação de um tudo enorme
somente vivido enquanto dorme…
Perdi a a minha vaga existência
um desprezo vago pelo vivido
Aprendi a contemplar-te
habituei-me a sofrer por amar-te
Acredito que a esperança não morre
que nas veias dos apaixonados corre
Sei que um dia te poderei ter
nem que seja para morrer a viver

nao sei como e possivel ninguem ter contemplado com um comentario um poema tao magnifico. nao sei se e por ser eu que tambem escrevo mas ao ler isto parece que senti o teu sangue a correr nas veias a cada palavra... ou se calhar sou eu a aparvalhar as 4 da manha. bem independentemente das horas nao duvido desse teu talento. anda mas e pra linguas :)
ResponderEliminarah, sim....
tambem vales ouro ;)